Engenheiro Francisco Rey Puente, da Soprema, destaca avanços técnicos e desafios do mercado de impermeabilização
- 24 de fev.
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O engenheiro Francisco Rey Puente, do departamento técnico da SOPREMA, empresa associada da AEI, foi o convidado de um dos episódios do ImperCast, programa dedicado a discutir temas técnicos do mercado de impermeabilização, engenharia civil e engenharia diagnóstica.
O podcast faz parte da programação do canal Impermeabilização sem achismo!, no YouTube, idealizado pela engenheira mineira Bia Menezes, voltado a profissionais da construção civil que buscam aprofundar conhecimentos práticos, baseados em normas técnicas, diagnóstico de patologias, infiltrações, umidade, projetos, execução e fiscalização de sistemas impermeabilizantes.
Durante a conversa, Francisco abordou a chamada “Ciência das Membranas” e o impacto do ensaio de CBA na evolução da impermeabilização, destacando como a metodologia contribui para a classificação de desempenho, durabilidade e sustentabilidade das soluções adotadas em obras.
O teste de CBA é uma avaliação aplicada às membranas moldadas in loco, aderidas ou semiaderidas aos substratos, que simula uma fissuração que pode ocorrer no substrato, mesmo que ela não existisse no momento da aplicação. O ensaio avalia a capacidade da membrana em absorver esforços de tração, medindo seu alongamento, a quantidade de energia absorvida até seu rompimento e a abertura em que ocorre o início da ruptura da membrana, com consequente perda de estanqueidade.
Ao tratar dos desafios para a ampliação do uso de membranas no Brasil, o engenheiro destacou que a principal barreira ainda é a falta de conhecimento técnico — a chamada “cultura da impermeabilização”.
Segundo ele, os problemas crescentes no mercado condominial evidenciam a necessidade cada vez maior de gestão técnica qualificada, especialmente por parte do engenheiro condominialista, responsável pelo planejamento, acompanhamento e fiscalização das intervenções.
Outro ponto relevante foram as importantes reflexões sobre o crescimento da SOPREMA no país. Ele também destacou a importância de entidades como o IBI e a própria AEI nos debates sobre o desenvolvimento técnico do setor.
O episódio ainda trouxe exemplos de metodologias inovadoras para determinação não destrutiva de espessuras de membranas e uma discussão sobre a simplificação da comunicação no mercado de impermeabilização. Segundo Francisco, tornar o tema mais acessível é fundamental para fortalecer o setor: “É fundamental falar na linguagem que as pessoas entendem. Isso é essencial para fortalecer nosso mercado e fortalecer o trabalho dos profissionais.”
Assista ao episódio completo do ImperCast e acompanhe as importantes reflexões sobre o presente e o futuro da impermeabilização.




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